Luto

(texto copiado do blog do Fábio)

Antes de mais nada agradeço aos irmãos que estiveram em oração por minha tia e a Deus pela misericórdia e amor infinito.

E como estamos em eterno aprendizado, mais uma…

O luto nos ensina, sempre. Como já ouvi dizer “ou pelo amor, ou pela dor”. Dessa vez, acho que foi pela dor.

Imagino que muitos já passaram por situações em que suas mentes ficaram se questionando “eu poderia ter feito de outra forma, poderia ter feito dessa maneira”.

Essa semana experimentei exatamente isso.

Poderia ter feito diferente.
Poderia realmente ter sido diferente. Mas não foi.

Já escrevi sobre ações que devemos ter que farão a diferença lá na frente, e desta vez aprendi que ações relamente são mais eficazes que belas e sábias palavras.

Durante uma semana, minha família viveu o drama de um parente muito querido hospitalizado em UTI, e duaz vezes ao dia eu via meu pai e minha mãe irem ao hospital. Eles náo tem a menor capacidade de intervir no processos médicos, mas estiveram presente.

Em uma das visitas a UTI, ouvi uma frase que marcou. E esta frase é o motivo deste texto.

“Vocês são a minha família, não precisei pedir, não precisei telefonar… estiveram todo o tempo aqui comigo e com ela… agora, eles… deixa pra lá”

Talvez essa frase não gravasse na minha mente, se eu estive no grupo do “minha família”, não pelo fato de eu não ser biologicamente família, mas pelo fato de eu não me fazer presente nesse momento tanto quanto meus pais estiveram.

Orei, orei muito durante este dias para que a vontade do Pai fosse feita, pelo conforto da família, por meus primos… E ao dar o último adeus me lembrei de uma outra frase.

A fé sem obras é morta. Se bem me lembro é Tiago 2:17.

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